quinta-feira, 14 de abril de 2016

Contrariando “caciques” de seu partido, Assis Ramos diz ser a favor do impeachment de Dilma

DELEGADOASSIS
Dr. Assis Amos (Pré-candidato a prefeito de Imperatriz pelo PMDB)
O Delegado de Polícia Civil e pré-candidato a prefeito de Imperatriz, Assis Ramos (PMDB) que está entre os principais nomes que devem disputar a prefeitura daquele município este ano, se posicionam a favor do impeachment da presidente da república, Dilma Rousseff (PT).
O decisão do pré-candidato caiu como uma “bomba” nos bastidores políticos, principalmente meio a cúpula do PMDB, que até então acreditava que Assis Ramos seguiria concordando com todas as decisões tomadas pelos “caciques” de seu partido.
O Deputado Federal João Marcelo, filho do Sen. João Alberto, que declarou ser contra o impeachment, deve está desapontado com Assis Ramos, que de certa forma contrariou o parlamentar, que defende com “unhas e dentes” a permanência de Dilma no poder.
Em conversa com o Titular deste noticioso, Assis Ramos disse que tem opinião própria e confirmou que é favor do impeachment. “É preciso ter personalidade para assumir e tornar público nossa opinião, meio a um momento tão delicado que vive nosso país, onde tudo é imprevisível. Ficar em cima do muro e dizer que é a favor ou contra só depois do resultado final é muito fácil”, disse o pré-candidato a prefeito Assis Ramos.
Sobre o Impeachment
Dilma-lêO clima de que uma derrota se aproxima para a petista é tamanho que as estimativas de deputados favoráveis ao impedimento registram adesões dia a dia e se aproximam do mínimo necessários de 342 votos.
Por outro lado, a lista de contrários permanece orbitando em torno de 120 votos. Para interromper o processo na Câmara, o Governo precisa de 172 deputados votando ao seu favor, se abstendo ou se ausentando.
A guerra dos placares já chegou até aos votos para a seqüência do processo no Senado Federal. De acordo com contagem do jornal O Estado de S. Paulo, 42 dos 81 senadores já se posicionaram a favor do impedimento de Dilma. Apenas 17 disseram ser contra o processo.
Para amenizar perdas, a gestão Rousseff autorizou que três deputados licenciados do PMDB que hoje são ministros retornem para seus cargos apenas para votarem contra o impedimento da mandatária. Celso Pansera, da Ciência e Tecnologia, Mauro Lopes, da Aviação Civil, e Marcelo Castro, da Saúde, devem retornar aos seus gabinetes no Legislativo, entre quinta e sexta-feira.
deu no blog do antonio marcos 
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